Ainda sobre o Churchill que anda


Enviado por Denúncia Anónima
Sexta-feira, 21 de Junho de 2019 07:47
Texto, título enviados pelo autor. Imagem DN colocada pelo CM.

Bom dia a todos, é a primeira vez que escrevo no CM e quero completar uma situação que foi aqui retratada por outra pessoa porque vi uma publicação idónea, do autor da escultura, mas falta contar o resto.

Há uma só lei, não há duas, e todos se colocam em pé de igualdade, teoricamente. Sabemos, no entanto, que a Justiça é de quem tem dinheiro, e muitos se safam à conta disso. Outra coisa, à laia de prefácio, não há empresas boazinhas regionais e estupores de fora. Há lei que ambas devem respeitar e o GR deve se por de fora e aceitar todas as que invistam cá para produzir bem estar aos madeirenses. O que se constata é que muita empresa madeirense cresceu numa redoma e, porque se habituou a isso, cá se mantém e para crescer querem mais, mais e mais do nosso dinheiro público. Assim que se lhes toca para repor injustiças e erros cometidos mostram as garras e, neste aspecto quero salientar uma boa intenção do GR, pode ser eleitoralista, sim pode, mas pronunciou-se e já vemos as virgens chateadas. E nós contribuintes?


Outra situação, a principal que me traz por cá, provavelmente de forma inocente, o escultor da obra de Churchil que mudou de lugar, dá conta que foi o Pestana que pagou a obra, como que prova abonatória para ser perdoado. Como tal é preciso contar a outra parte que até o escultor pode não saber porque recebeu o dinheiro e findou a relação no aspecto daquela escultura.

Estes glutões sabem-nas todas, A estátua ao abrigo da Lei do Mecenato até deu bonficação às contas de quem pagou. Ou seja, perante o gesto de OFERECER aquele bem público recebeu contrapartidas. O que se passa aqui não está em levar o que é seu porque, se assim é, o proprietário é a região ou o concelho. O problema aqui é que tal como se confundem bens e dinheiros públicos no acto de Governar para fazer campanha eleitoral, neste aspecto também perderam o bom senso e, depois do acto de oferta e majorado nas contas, afinal não é uma oferta e traz de volta o que paguei/ ofereci. Ora isto sendo uma nova regra vigente, oxalá que os bancos não peçam as suas obras de volta, muitas delas escultóricas nesta cidade.

Assim e para gozar mais com isto, devemos ir buscar, quando o ordenado não chega ao fim do mês, a "desobriga" ao padre porque nós faz falta, porque nem sequer majoração tivemos e nem é escriturado ...

Quero pedir ao escultor que se deixe escultor e não pertença à máfia no bom sentido que tudo justifica, porque também se sabe que é escultor de regime ... compreende?


Eu não sou o indivíduo autor dessa publicação do CM e o senhor escultor que se empertiga com o pormenor de estátua ou escultura também deve ser corrigido, pelo que sei, isto é um local de publicação livre que as pessoas podem usar. Olhe, e tem feito bem à madeira porque os jornalistas, uma boa parte, também pertencem à máfia no bom sentido.

O que há de mais nesta terra é obras sem dono, obras em terrenos que não se sabe de quem é, elefantes brancos a apodrecer porque ninguém que ser dono, tudo naquele regional porreirismo de se fazer e logo se vê, o mesmo que deu 6000 milhões de dívida escondida que os madeirenses estão a pagar mas a escultura ... essa é publica, e quem dá e tira fica com o bem oferecido e ainda tem majoração. Fantástico, assim também enriqueço. E lembrem-se, vão buscar o que ofereceram, dá muito jeito!